Airton da Silva Fonseca, 32 anos, foi condenado a 41 anos e oito meses em regime fechado por matar a facadas a companheira Franciele Greff Mentz, 33 anos, em abril do ano passado. O crime ocorreu na frente da filha do casal, na casa onde moravam no bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo.
O júri iniciou nesta quarta-feira (9) e a condenação foi definida no mesmo dia. A sessão foi presidida pela juíza Bruna Casagrande Siebeneichler, enquanto o Conselho de Sentença foi formado por quatro homens e três mulheres.
Durante o interrogatório, Airton confessou ter matado Franciele após uma discussão e que estava arrependido. Mesmo assim, a pena foi alta e ele foi condenado com todas as qualificadoras: meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e na presença da filha de 5 anos.
Fonseca permaneceu preso preventivamente desde o assassinato. Após matar Franciele com ao menos 20 facadas (perícia constatou sete no pescoço, três nas costas e mais 10 lesões em uma das mãos) ele fugiu pela janela da residência, levou a criança até a casa do avô paterno e confessou o crime.





