Marcos Pollon (PL-MS) pode ser suspenso por 60 dias, já Zé Trovão (PL-SC) e Marcel Van Hattem (Novo-RS) podem ficar de fora durante 30 dias. A decisão foi tomada pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, devido a quebra de decoro dos parlamentares, quando impediram o presidente do plenário, Hugo Motta (Republicanos-PB), de sentar na cadeira da presidência, durante uma sessão em agosto de 2025.
O motivo do manifesto dos três deputados teria sido em razão à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na época, Bolsonaro ainda não havia sido condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e havia tido a prisão decretada preventivamente.
A representação foi feita pela própria Mesa Diretora. A suspensão do mandato ainda deve ser analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e posteriormente pelo plenário da Câmara.