Senador alega ser alvo de perseguição política
O presidente nacional do Partido Progressista (PP), senador Ciro Nogueira, afirmou nas redes sociais, na tarde desta sexta-feira (8), que está sendo alvo de perseguição política após ter o nome incluído entre os investigados da nova fase da operação que apura o escândalo financeiro do Banco Master.
“Todo ano político é a mesma coisa. Tentam parar, de todas as formas, quem lidera as pesquisas de intenção de votos”, publicou o parlamentar.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na quinta-feira (7), a quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras envolvendo o banco de Daniel Vorcaro.
O ministro do STF, André Mendonça, determinou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Ciro Nogueira, no Distrito Federal e no Piauí. A decisão judicial também determinou o bloqueio de bens de até R$ 18,85 milhões.
Segundo a PF, há indícios de que o senador teria recebido uma mesada de Vorcaro em favor dos interesses do Master. A investigação aponta que o Ciro Nogueira teria recebido R$ 18 milhões em propina.
Além disso, documentos da CPMI do INSS revelam que Ciro Nogueira e o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, voaram em helicóptero do banqueiro.
Em entrevista à CNN, o advogado do parlamentar, Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, afirmou: “Com certeza não chegou nenhum dinheiro na conta dele”.
Foto da capa: Pedro França/Agência Senado