Um tamanduá-mirim, também conhecido como tamanduá-de-colete, foi resgatado na manhã desta quinta-feira (17), no bairro Lomba Grande, em Novo Hamburgo. O animal foi localizado pela equipe da Diretoria de Proteção Ambiental (DPA) do município, na localidade do Quilombo, enquanto era perseguido por cães.
Com cerca de 1,20 metro de comprimento, pesando aproximadamente seis quilos e com idade estimada entre dois e três anos, o tamanduá é considerado um animal jovem. Apesar de não possuir dentes, a espécie conta com unhas bastante fortes, utilizadas principalmente como mecanismo de defesa. Na natureza, pode viver cerca de dez anos e tem como principais alimentos formigas e cupins.
Após o resgate, o animal foi levado até o Parque Luís Henrique Roessler, o Parcão, onde fica a sede da DPA. O tamanduá passou por avaliação de uma médica veterinária, que constatou que ele está saudável e apto a retornar à natureza.
A equipe da diretoria fez a soltura do animal na área do Centro de Educação Ambiental Ernest Sarlet (CEAES).
O tamanduá-mirim está classificado como espécie de menor preocupação quanto ao risco de extinção, conforme a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
A prefeitura explica que população que encontrar animais silvestres em áreas urbanas ou em situação de risco provocada, por exemplo, pela presença de animais domésticos, deve entrar em contato com a DPA. O serviço de resgate pode ser acionado pelo telefone (51) 3594-9964, em horário comercial.
Também há um telefone de plantão, disponível de quinta-feira a domingo. Às quintas e sextas-feiras, o atendimento ocorre das 19 às 23 horas. Aos sábados e domingos, das 12 às 23 horas. O número do plantão é (51) 99645-7266, exclusivamente para ligações.

Fotos: Prefeitura de Novo Hamburgo




