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Polícia

38º feminicídio no RS: mulher é morta a tiros no interior e suspeito é preso após cerco

Uma mulher foi morta a tiros na madrugada desta segunda-feira (8) em Alecrim, no noroeste do Rio Grande do Sul. A vítima, identificada como Tatiane Cristina Kusniewski, de 39 anos, é a 38ª vítima de feminicídio registrada no Estado em 2026.

O crime ocorreu por volta das 2h, na localidade de Lageado Vidote, área rural do município. O principal suspeito é o companheiro da vítima, Valdecir Inácio Barbosa, de 48 anos.

Segundo informações preliminares, Valdecir teria matado a vítima e fugido de carro em direção ao município de Santa Rosa. As informações foram apuradas por GZH Passo Fundo.

Desde as primeiras horas da manhã, a Brigada Militar mobilizou equipes em um cerco policial para realizar buscas pelo suspeito na região, e o suspeito foi localizado por volta das 8 horas da manhã em uma área de mata.

Ele foi encaminhado para os procedimentos legais.

Como denunciar

Casos graves e urgentes, como feminicídio, estupro, sequestro e outras situações que demandem intervenção imediata, não devem ser registrados pela Delegacia de Polícia Online da Mulher. Nesses casos, é imprescindível procurar imediatamente uma Delegacia de Polícia presencial, onde o atendimento adequado poderá ser realizado com a urgência necessária.

Toda forma de violência contra a mulher pode e deve ser denunciada. Utilize os canais de ajuda:

Disque 180: Para violência doméstica e familiar contra a mulher (pela vítima ou por terceiro)
Disque 181: Denúncias anônimas relacionadas à segurança pública
Disque 197: Disque denúncia da Polícia Civil
Disque 100: Destinado a receber denúncias de violações de direitos humanos
Brigada Militar 190: Para emergência policial, quando a violência estiver acontecendo
Polícia Rodoviária Federal: 191
Ouvidoria Defensoria Pública: 0800 642 3225
Escuta Lilás: 0800 541 0803
SAMU: 192

Na Delegacia de Polícia Online da Mulher, as vítimas de violência doméstica têm um canal direto com a Polícia Civil para registrar uma ocorrência policial, sem a necessidade de ir até uma Delegacia de Polícia para denunciar seu agressor.

Foto da capa: Sd PM Julieti/Comunicação Social do 3º BPM

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