O Lar Bom Pastor, localizado no Bairro Guarani em Novo Hamburgo, atende cerca de 26 pessoas em vulnerabilidade social. Os 14 colaboradores não receberam o pagamento do mês de abril. Os repasses não teriam sido destinados devido a um bloqueio judicial envolvendo a gerência do espaço.
Marlene Silva, coordenadora do espaço há dois meses, alega que será feita a recisão dos contratos devido a troca do local e promete regularizar os débitos nos próximos dias.
A Prefeitura alega ter realizado o pagamento dos valores. O montante total é de mais de R$ 70 mil, utilizado para os pagamentos e manutenções do local, bem como o abastecimento do estoque de comida e demais produtos. Com isso, haverá a troca da gerência do lar e a situação deve ser normalizada nos próximos dias, segundo a Prefeitura.
Nota oficial
“A Prefeitura de Novo Hamburgo informa que realizou regularmente os repasses financeiros a uma instituição responsável pelo serviço de acolhimento na cidade, o Instituto Renascer.
Contudo, os valores foram bloqueados por determinação judicial, em decorrência de processo que tramita em comarca fora do município, situação alheia à gestão municipal.
Atualmente, o Município mantém 25 acolhidos no local e segue acompanhando o caso de forma permanente, adotando todas as medidas necessárias para garantir a continuidade e a qualidade do atendimento prestado.
Além disso, o Município se solidariza com os funcionários que aguardam os devidos pagamentos referentes às suas remunerações.
Por fim, o Executivo reafirma que está fiscalizando e acompanhando de perto esta situação, mantendo o compromisso com a transparência e com a assistência adequada às pessoas atendidas.”
