Durante entrada ao vivo do repórter Gabriel Muniz em um colégio eleitoral de São Leopoldo, neste domingo (4), uma mulher foi flagrada entregando papéis para pessoas que passavam pelo local.
A reportagem tentou se aproximar para questionar o que estava sendo distribuído, mas a mulher não quis se pronunciar e não informou o conteúdo dos papéis.
A situação chamou atenção porque a distribuição de material com o objetivo de convencer ou influenciar eleitores pode caracterizar boca de urna, conduta proibida no dia da votação. A legislação permite apenas a manifestação individual e silenciosa da preferência política, como o uso de camiseta, adesivo ou bandeira portada individualmente.
Até o momento, porém, não há confirmação de que os papéis entregues pela mulher fossem material de campanha ou de que a situação tenha configurado boca de urna.
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