Novo Hamburgo terminou as eleições de 2026 com dois representantes eleitos ao Legislativo: Lucas Redecker (PSD), reeleito para a Câmara dos Deputados, e Delegado Zucco (Republicanos), reeleito para a Assembleia Legislativa. Ao todo, 16 candidatos da cidade disputaram vagas de deputado federal ou estadual.
Redecker foi eleito para federal com 99.817 votos em todo o estado. Já Zucco recebeu 128.599 votos, sendo o segundo mais votado para estadual.
Além de Redecker, outros sete nomes hamburguenses disputaram uma cadeira na Câmara, mas ficaram como suplentes. Eliton Ávila (Podemos) recebeu 8.023 votos; Fátima Daudt (MDB), 4.002; Fufa (PT), 10.646; Lídio Silva (PDT), 3.095; Maico Volz (Podemos), 9.148; Naiton Gama (PT), 5.270; e Patrícia Beck (PP), 12.191 votos.
Na disputa pela Assembleia Legislativa, foram sete candidatos hamburguenses que terminaram a corrida eleitoral como suplentes: Elanice Müller (Podemos) recebeu 1.731 votos; Émerson Cardoso (Novo), 457; Gaúcho da Geral (PP), 29.130; Tânia da Silva (MDB), 20.460; Marli Serpa (Republicanos), 2.954; Preto Kayser (Novo), 12.023; e Vinicius Bondan (PSB), 1.092 votos. Gaúcho da Geral, mesmo com mais de 29 mil votos, não conseguiu renovar a cadeira para o terceiro mandato consecutivo.
São os suplentes aqueles chamados para assumirem, de forma temporária ou definitiva, uma cadeira caso haja uma vaga. Isso pode acontecer, por exemplo, quando um deputado se licencia para assumir uma secretaria ou deixa o cargo.
Entre os deputados federais, as maiores votações entre os suplentes ficaram com Fufa (PT) e Patrícia Beck (PP), que fizeram mais de 10 mil votos. Porém, Fufa é o nono suplente do PT, na Federação Brasil da Esperança – Fé Brasil, que conquistou seis vagas. Patrícia ficou como quarta suplente do PP, na Federação União Progressistas, que obteve cinco cadeiras.
Entre as votações acima de 20 mil para deputado estadual, Tânia é a quarta suplente do MDB, que conquistou cinco cadeiras, enquanto Gaúcho da Geral é o segundo suplente do Progressistas, que, junto com o União Brasil, obteve oito cadeiras na Federação União Progressistas.
Diferentemente de uma eleição para prefeito ou governador, em que o candidato precisa vencer diretamente a disputa, deputados são escolhidos pelo sistema proporcional. Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesse modelo, os votos recebidos pelos candidatos são somados aos votos de legenda (partido) e ajudam a definir quantas cadeiras cada partido ou federação terá direito. Depois disso, as vagas são ocupadas pelos candidatos mais votados dentro daquela legenda ou federação.




